segunda-feira, 4 de junho de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
Eu quero acreditar em você
Temos uma missão a cumprir
Nossos grandes segredos escorridos pelo ralo
Vamos para um lugar especial
Tudo transformado em vapor, parece irreal
Goteiras de sangue pelo teto
Flua em mim, flua em mim, eu te peço
Eu quero acreditar em você
Feridas que se abriram (feridas que não se se fecharam)
Tente em convencer
Só pare de falar quando não houver mais nada a dizer
Mentiras que agora são mais que verdadeiras
Fuja para bem longe
Flua em mim, flua em mim, eu te peço (eu quero).
Temos uma missão a cumprir
Nossos grandes segredos escorridos pelo ralo
Vamos para um lugar especial
Tudo transformado em vapor, parece irreal
Goteiras de sangue pelo teto
Flua em mim, flua em mim, eu te peço
Eu quero acreditar em você
Feridas que se abriram (feridas que não se se fecharam)
Tente em convencer
Só pare de falar quando não houver mais nada a dizer
Mentiras que agora são mais que verdadeiras
Fuja para bem longe
Flua em mim, flua em mim, eu te peço (eu quero).
Paula (?/?/20??)
domingo, 22 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
XII Idílios
...
O amor, porém, é contagioso, com especialidade na solidão, onde a alma tem necessidade de uma companheira, e quando de todo não a encontra divide-se ela própria para ser duas: uma, esperança; outra saudade.
...
O amor, porém, é contagioso, com especialidade na solidão, onde a alma tem necessidade de uma companheira, e quando de todo não a encontra divide-se ela própria para ser duas: uma, esperança; outra saudade.
...
Til - José de Alencar
domingo, 4 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
Posando de Star
Vem viver comigo, vem me experimentar
Me experimenta
Solta as coisas lindas que te ardem, me traz
Você sem texto, sem cinema
Não faz do sexo um problema
Eu armo uma cena, é eu armo uma cena
Quebro garrafa
Morro de chorar
Mas ainda te faço dar (-se)
Me experimenta
Solta as coisas lindas que te ardem, me traz
Você sem texto, sem cinema
Não faz do sexo um problema
Eu armo uma cena, é eu armo uma cena
Quebro garrafa
Morro de chorar
Mas ainda te faço dar (-se)
Barão Vermelho
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Balada do Esplanada
É que esse coração
Já se cansou de viver só
E quer então
Morar contigo no Esplanada...contigo no Esplanada...
Já se cansou de viver só
E quer então
Morar contigo no Esplanada...contigo no Esplanada...
Cazuza
sábado, 18 de fevereiro de 2012
De cara limpa
Até parece que é a primeira vez. Até parece que nunca estive aqui neste lugar, com essas pessoas.
Mas de certa forma é. É a primeira vez que venho aqui e estou sóbria.
Mas de certa forma é. É a primeira vez que venho aqui e estou sóbria.
domingo, 15 de janeiro de 2012
É só saudades...
É certo, muitas coisas mudaram e eu ainda consigo sentir falta de algumas pessoas, do quanto a gente era feliz e não percebia. Devo dizer que não superei totalmente e que principalmente, sinto saudades de mim.
domingo, 4 de dezembro de 2011
Festas de Dezembro
Ela anda sorrindo mesmo quando está mal
Ela tem o cabelo vermelho e o coração em chamas
Ela é alguma entre São Paulo, Nova York, Londres, Paris
Os seus olhos cospem veneno, morfina ou coisas assim
...
Ela tem o cabelo vermelho e o coração em chamas
Ela é alguma entre São Paulo, Nova York, Londres, Paris
Os seus olhos cospem veneno, morfina ou coisas assim
...
Elevadores
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Te desejo uma fé enorme.
Em qualquer coisa, não importa o quê.
Desejo esperanças novinhas em folha, todos os dias.
Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo.
Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso.
Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes.
Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito.
Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria.
Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.
As coisas vão dar certo.
Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz – se não tiver, a gente inventa.
Te quero ver feliz, te quero ver sem melancolia nenhuma.
Certo, muitas ilusões dançaram.
Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas.
Que 2012 seja doce. Repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.
Que seja bom o que vier, pra você.
Em qualquer coisa, não importa o quê.
Desejo esperanças novinhas em folha, todos os dias.
Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo.
Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso.
Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes.
Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito.
Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria.
Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.
As coisas vão dar certo.
Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz – se não tiver, a gente inventa.
Te quero ver feliz, te quero ver sem melancolia nenhuma.
Certo, muitas ilusões dançaram.
Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas.
Que 2012 seja doce. Repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.
Que seja bom o que vier, pra você.
Caio Fernando Abreu
domingo, 27 de novembro de 2011
Tequila baby
Vai andando na ponta dos pés com esplendor, carregando um copo de tequila com amor.
Rock Rocket
domingo, 20 de novembro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Exagerada
Você tem exatamente três mil horas pra parar de me beijar
Você tem exatamente um segundo pra aprender a me amar
Você tem a vida inteira pra me devorar. Pra me devorar!
Você tem exatamente um segundo pra aprender a me amar
Você tem a vida inteira pra me devorar. Pra me devorar!
domingo, 14 de agosto de 2011
Ainda não
Não foi dessa vez.
Ainda não chegou a tua hora minha querida. Espere mais um pouco, aguarde o próximo outono, o próximo mês...embarque em outro trem.
Ainda não chegou a tua hora minha querida. Espere mais um pouco, aguarde o próximo outono, o próximo mês...embarque em outro trem.
sábado, 30 de julho de 2011
"É, eu confesso que não é exatamente a realidade que eu esperava encontrar. Talvez isso mude. Talvez você entre na minha vida sem tocar a campainha e me sequestre de uma vez. Talvez você pule esses três ou quatro muros que nos separam e segure a minha mão, assim, ofegante, pra nunca mais soltar. Talvez você ainda possa pular no rio e me salvar. Ou talvez eu só precise de férias, um porre e um novo amor. Porque no fundo eu sei que a realidade que eu sonhava afundou num copo de cachaça e virou utopia”.
Caio Fernando Abreu
"Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega.
Porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar
o coração com alguém que não lhe serve.
Perda de espaço, tempo, paciência e sentimento.
Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar.
Perda de espaço, tempo, paciência e sentimento.
Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar.
Deixa. Deixa entrar: na vida, no coração, na cabeça."
Caio Fernando Abreu
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Piazzoleando
Perdi-me muitas vezes pelo mar
Com o ouvido cheio de flores recém-cortadas
Com a língua, cheia de amor e de agonia
Muitas vezes me perdi pelo mar
Como me perco no coração de alguns meninos
Porque as rosas buscam em frente
Uma dura paisagem de osso
E as mão do homem não tem mais sentido
Que imitar as raízes sobre a terra
Como me perco no coração de alguns meninos
Perdi-me muitas vezes pelo mar
Ignorante da água
Vou buscando uma morte de luz que me consuma
Com o ouvido cheio de flores recém-cortadas
Com a língua, cheia de amor e de agonia
Muitas vezes me perdi pelo mar
Como me perco no coração de alguns meninos
Porque as rosas buscam em frente
Uma dura paisagem de osso
E as mão do homem não tem mais sentido
Que imitar as raízes sobre a terra
Como me perco no coração de alguns meninos
Perdi-me muitas vezes pelo mar
Ignorante da água
Vou buscando uma morte de luz que me consuma
(Federico García Lorca)
domingo, 26 de junho de 2011
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